Brasil abre 4,4 milhões de empregos formais sob o governo Lula

A terceira passagem de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da
República continua a influenciar positivamente o mercado de […]
por  André Cintra

Publicado 04/08/2025 16:46

Foto: Agência Brasil
A terceira passagem de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da
República continua a influenciar positivamente o mercado de
trabalho. Em dois anos e meio sob seu governo, o Brasil acumula um
saldo de quase 4,4 milhões de empregos com carteira assinada.
É o que apontam os dados atualizados do Cadastro Geral de
Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta segunda-
feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com as
166.621 vagas formais abertas em junho, o País criou 4.399.862
postos de trabalho durante a gestão Lula.

A divisão por ano mostra um cenário em evolução: foram 1.483.598
registros celetistas a mais em 2023, 1.693.67 em 2024 e 1.222.591 em
2025 (até junho). Assim, o número total de trabalhadores formais no
País é um novo recorde: há 48, 4 milhões de brasileiros hoje com
carteira assinada – ou, mais precisamente, 48.419.937.
O saldo de empregos é a diferença entre contratações e demissões.
Em junho deste ano, for exemplo, houve 2.139.182 admissões e
1.972.561 desligamentos.
Conforme o Caged, os setores com melhores saldos foram Serviços
(77.057 vagas) e Comércio (32.938). Na sequência, aparecem
Agropecuária (25.833), Indústria (20.105) e Construção Civil (10.665).
Já no primeiro semestre, destacaram-se Serviços (643.021), Indústria
(229.858) e Construção Civil (159.440).
Entre os estados, São Paulo (40.089 novas vagas), Minas Gerais
(24.228) e Rio de Janeiro (15.363) representaram os maiores avanços
de junho. A única unidade federativa com perda de empregos foi o
Espírito Santo (-3.348). Em todo o semestre, São Paulo (349.904) e
Minas (149.282) mantiveram a dianteira, mas o Paraná desponta em
terceiro lugar (94.219).
O salário médio para as vagas abertas em junho foi de R$ 2.278,37,
uma alta de 1,09% em relação à média de maio, que foi de R$
2.253,89. No recorte por segmentos, houve em junho mais
crescimento para homens (90.035), jovens de 18 a 24 anos (102.328) e
trabalhadores com ensino médio completo (124.139).

Fonte: Vermelho

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