Segunda parcela do 13º vai injetar mais de R$ 321 bi na economia

Data-limite para pagamento é na próxima sexta-feira (20).

A segunda parcela do salário mínimo, que por lei deve ser depositada até
a próxima sexta-feira (20), deverá injetar R$ 321,4 bilhões na economia,
segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese).
Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.096,78, somadas as
duas parcelas. Conforme a legislação, o prazo para pagamento da
primeira parcela terminou em 29 de novembro.
O calendário de depósito é válido apenas para quem está no mercado de
trabalho, uma vez que, nos últimos anos, o 13º dos aposentados e
pensionistas do INSS foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 24
de abril a 8 de maio;  a segunda, entre 24 de maio e 7 de junho.
Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por
acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa
causa, o 13º deve ser calculado proporcionalmente ao período
trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde
o benefício se for dispensado com justa causa.
Além disso, vale destacar que o 13º só será pago integralmente a quem
trabalha há pelo menos um ano na mesma empresa. Quem trabalhou
menos tempo receberá proporcionalmente.
Quanto à tributação, incidem sobre essa gratificação o Imposto de
Renda, para quem não faz parte do grupo de isentos, INSS e, no caso do
patrão, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). No entanto,
os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

Com agências
(PL)

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